COM BASE BASE EM BOATOS E ACHISMO A LUTA E CORRIDA POR UMA CADEIRA NA CAMARA MUNICIPAL DE LUZIANIA JÁ COMEÇOU.
Reuniões de moradores com a esperança de que dias melhores virá para nossa população já se mobiliza no afã de acertar na escolha de seus defensores na casa de leis de Luziania Goias.
Golpe baixo jogo sujo calunia difamações atentado contra a honra faz parte desse jogo sujo alem do abuso do poder econômico e uso indevido da maquina publica.
Senhores eleitores não troque vosso voto por uma cesta basica e 30 miseros reais. Vamos de maneira justa fazer parte do processo que irá mudar essa canalhice que hora se instala não só na nossa Cidade mas em todo o Brasil. QUEM VENDE O VOTO INVESTE NA CORRUPÇÃO!!!
WALDEMIR .A MELLO
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
COM BASE BASE EM BOATOS E ACHISMO A LUTA E CORRIDA POR UMA CADEIRA NA CAMARA MUNICIPAL DE LUZIANIA JÁ COMEÇOU. Reuniões de moradores com a esperança de que dias melhores virá para nossa população já se mobiliza no afã de acertar na escolha de seus defensores na casa de leis de Luziania Goias. Golpe baixo jogo sujo calunia difamações atentado contra a honra faz parte desse jogo sujo alem do abuso do poder econômico e uso indevido da maquina publica. Senhores eleitores não troque vosso voto por uma cesta basica e 30 miseros reais. Vamos de maneira justa fazer parte do processo que irá mudar essa canalhice que hora se instala não só na nossa Cidade mas em todo o Brasil. QUEM VENDE O VOTO INVESTE NA CORRUPÇÃO!!! WALDEMIR .A MELLO
VIOLÊNCIA, CRIMES, MORTES... NO ENTORNO E BRASÍLIA-DF
Medo no comércio do Itapoã: Quem não paga traficantes, se cerca com grades Quem não paga a traficantes, para não ser assaltado, se cerca com grades para não virar alvo dos bandidos Ary Filgueira
Publicação: 04/06/2010 08:10
Publicação: 04/06/2010 08:10
Não é só o silêncio imposto pelos traficantes que impera entre os comerciantes do Itapoã. O medo de assalto também faz parte do cotidiano dos cerca de 400 proprietários de estabelecimentos comerciais situados no local. O que mais se vê na principal avenida comercial — que divide o Itapoã II do Del Lago — são grades em volta das lojas. Elas são fechadas antes mesmo de anoitecer. Dados da Associação Comercial do Itapoã mostram que, por dia, os estabelecimentos do setor habitacional, onde moram 100 mil pessoas, são alvos de até 40 roubos. A área de segurança não confirma essa estatística.
Um dia após denunciar a extorsão dos traficantes aos comerciantes do setor, o Correio retornou ao lugar e entrevistou outras vítimas. Apesar de a polícia negar o fato de os bandidos cobrarem até R$ 500 mensais para fazer a “segurança” do comércio, os empresários confirmaram a história. E dizem por que não denunciam. “Ninguém quer morrer, não é?”, disse o dono de um estabelecimento comercial instalado na QL 8 do Itapoã II, que pediu para não se identificar. O comerciante estava no caixa quando concedeu entrevista. Assim que o último cliente saiu do estabelecimento, ele pediu a um funcionário que trancasse o portão. Eram 11h30.
Ao ser questionado sobre qual o motivo de tanto medo, ele respondeu com a quantidade de assalto que seu comércio já sofreu em quatro anos. “Eu já fui assaltado, pelo menos, oito vezes. A maioria ocorreu nesse horário (de manhã)”, afirmou. Apesar de ficar a 800 metros do posto da Polícia Militar, o proprietário não se sente seguro. “As rondas diminuíram muito aqui”, lamentou. Ele garante que nunca pagou a traficantes para não ser assaltado. Mas já ouviu falar sobre a extorsão. “Se você denuncia à polícia, eles (bandidos) te assaltam”, completou.
A vizinha dele, que também é comerciante, fecha a grade do estabelecimento sempre no período da tarde. Ela fazia o atendimento a um cliente pela fresta quando deu entrevista. “Nesse horário, os bandidos saem para a rua”, disse Maria Barbosa, 27 anos, dona de um comércio na Quadra 7 do Del Lago. “É raro a polícia passar aqui”, disse ela. Maria perdeu as contas de quantas vezes foi assaltada. Por isso, resolveu colocar grande na entrada da loja.
Revolta
A matéria publicada na edição de ontem do Correio deixou o presidente da Associação Comercial do Itapoã, Amilson Braga, revoltado. Segundo ele, a quantidade de assaltos ocorrida por dia no comércio não coincide com os números desse tipo de crime na polícia porque muitos comerciantes deixam de fazer boletim de ocorrência. “Quase a totalidade das vítimas não registra o caso na delegacia porque não acredita mais em solução para isso”, afirmou ele.
Sobre a operação realizada na noite de quarta-feira, que atravessou a madrugada de ontem, ele disse que a medida não surte efeito esperado. “Operação como aquela não adianta nada. A polícia fica aqui umas horas e depois some”, criticou Braga. A ação foi organizada pela 10ª CPMind, responsável pelo policiamento no Paranoá e Itapoã, e contou com o apoio dos batalhões de Operações Especiais (Bope) e de Trânsito (BPTran), e da 6ª Delegacia de Polícia, situada na mesma região. O saldo: um menor apreendido e um condutor preso por embriaguez.
O chefe da 6ª DP (Paranoá), Pablo Aguiar, disse que os comerciantes negaram que estejam sendo obrigados a pagar pela segurança aos traficantes. “Mas vamos continuar investigando”, garantiu. Em entrevista a uma emissora de TV, um comerciante afirmou que tem recebido ameaça de traficantes caso não pague a “mensalidade”. O delegado ironizou os números de assalto estimados pelo presidente da Associação Comercial. “Se tem isso, só ele está sabendo. Pelos meus cálculos, a delegacia não registra uma média de cinco por dia”, garante Pablo Aguiar.
Sargento é afastado
Um dia após denunciar a extorsão dos traficantes aos comerciantes do setor, o Correio retornou ao lugar e entrevistou outras vítimas. Apesar de a polícia negar o fato de os bandidos cobrarem até R$ 500 mensais para fazer a “segurança” do comércio, os empresários confirmaram a história. E dizem por que não denunciam. “Ninguém quer morrer, não é?”, disse o dono de um estabelecimento comercial instalado na QL 8 do Itapoã II, que pediu para não se identificar. O comerciante estava no caixa quando concedeu entrevista. Assim que o último cliente saiu do estabelecimento, ele pediu a um funcionário que trancasse o portão. Eram 11h30.
Ao ser questionado sobre qual o motivo de tanto medo, ele respondeu com a quantidade de assalto que seu comércio já sofreu em quatro anos. “Eu já fui assaltado, pelo menos, oito vezes. A maioria ocorreu nesse horário (de manhã)”, afirmou. Apesar de ficar a 800 metros do posto da Polícia Militar, o proprietário não se sente seguro. “As rondas diminuíram muito aqui”, lamentou. Ele garante que nunca pagou a traficantes para não ser assaltado. Mas já ouviu falar sobre a extorsão. “Se você denuncia à polícia, eles (bandidos) te assaltam”, completou.
A vizinha dele, que também é comerciante, fecha a grade do estabelecimento sempre no período da tarde. Ela fazia o atendimento a um cliente pela fresta quando deu entrevista. “Nesse horário, os bandidos saem para a rua”, disse Maria Barbosa, 27 anos, dona de um comércio na Quadra 7 do Del Lago. “É raro a polícia passar aqui”, disse ela. Maria perdeu as contas de quantas vezes foi assaltada. Por isso, resolveu colocar grande na entrada da loja.
Revolta
A matéria publicada na edição de ontem do Correio deixou o presidente da Associação Comercial do Itapoã, Amilson Braga, revoltado. Segundo ele, a quantidade de assaltos ocorrida por dia no comércio não coincide com os números desse tipo de crime na polícia porque muitos comerciantes deixam de fazer boletim de ocorrência. “Quase a totalidade das vítimas não registra o caso na delegacia porque não acredita mais em solução para isso”, afirmou ele.
Sobre a operação realizada na noite de quarta-feira, que atravessou a madrugada de ontem, ele disse que a medida não surte efeito esperado. “Operação como aquela não adianta nada. A polícia fica aqui umas horas e depois some”, criticou Braga. A ação foi organizada pela 10ª CPMind, responsável pelo policiamento no Paranoá e Itapoã, e contou com o apoio dos batalhões de Operações Especiais (Bope) e de Trânsito (BPTran), e da 6ª Delegacia de Polícia, situada na mesma região. O saldo: um menor apreendido e um condutor preso por embriaguez.
O chefe da 6ª DP (Paranoá), Pablo Aguiar, disse que os comerciantes negaram que estejam sendo obrigados a pagar pela segurança aos traficantes. “Mas vamos continuar investigando”, garantiu. Em entrevista a uma emissora de TV, um comerciante afirmou que tem recebido ameaça de traficantes caso não pague a “mensalidade”. O delegado ironizou os números de assalto estimados pelo presidente da Associação Comercial. “Se tem isso, só ele está sabendo. Pelos meus cálculos, a delegacia não registra uma média de cinco por dia”, garante Pablo Aguiar.
Sargento é afastado
O sargento Angerlei Berger foi afastado da 10ª CPMind (Paranoá). A situação do policial, no entanto, pode piorar, caso a corregedoria da corporação comprove as denúncias de envolvimento dele com o trabalho de vigilância informal — o chamado “bico” (1)— conforme mostrou o Correio na edição de ontem. O processo administrativo já está em tramitação. “Ele teve de entregar a arma e, agora, fará serviços internos na Polícia Militar”, informou o delegado Pablo Aguiar, após falar com o comandante da PM no Paranoá, o tenente-coronel Alexandre Sérgio.
Em entrevista ao Correio essa semana, Berger diz cobrar até R$ 5 por dia para proteger os estabelecimentos do Itapoã. “Da quadra 303 até a 378 do Del Lago, é tudo minha (sic)”, afirmou ele. O militar também terá de se explicar na Polícia Civil. “Ele pode pegar até três meses de prisão pelo crime de exercício ilegal da profissão”, explicou Pablo. O militar distribuiu inclusive um panfleto no comércio oferecendo os serviços de vigilância, que ele considera como “segurança social”.
Lista extensa
O policial disse ter em sua lista de clientes 50 comerciantes da principal avenida comercial do Itapoã. Segundo o seu entendimento, a prática não é irregular, pois o preço cobrado era “simbólico”. Na mesma reportagem, Berger disse que o trabalho era voluntário. Mas se contradisse ao explicar que utiliza a arrecadação para custear a gasolina da Chevrolet S-10 e o pagamento dos dois homens que trabalhavam com ele. “E, claro, tem de sobrar algum trocado para mim, porque ninguém trabalha de graça”, admitiu o sargento Berger.
A atuação do policial como vigilante no horário de folga indignou o presidente da Associação Comercial do Itapoã, Amilson Braga. Para ele, a prática realizada pelo sargento é uma contravenção. “Ele também acaba fazendo o mesmo que os traficantes: extorquindo os comerciantes. Segurança pública é um direito de todos”, concluiu. (AF)
Em entrevista ao Correio essa semana, Berger diz cobrar até R$ 5 por dia para proteger os estabelecimentos do Itapoã. “Da quadra 303 até a 378 do Del Lago, é tudo minha (sic)”, afirmou ele. O militar também terá de se explicar na Polícia Civil. “Ele pode pegar até três meses de prisão pelo crime de exercício ilegal da profissão”, explicou Pablo. O militar distribuiu inclusive um panfleto no comércio oferecendo os serviços de vigilância, que ele considera como “segurança social”.
Lista extensa
O policial disse ter em sua lista de clientes 50 comerciantes da principal avenida comercial do Itapoã. Segundo o seu entendimento, a prática não é irregular, pois o preço cobrado era “simbólico”. Na mesma reportagem, Berger disse que o trabalho era voluntário. Mas se contradisse ao explicar que utiliza a arrecadação para custear a gasolina da Chevrolet S-10 e o pagamento dos dois homens que trabalhavam com ele. “E, claro, tem de sobrar algum trocado para mim, porque ninguém trabalha de graça”, admitiu o sargento Berger.
A atuação do policial como vigilante no horário de folga indignou o presidente da Associação Comercial do Itapoã, Amilson Braga. Para ele, a prática realizada pelo sargento é uma contravenção. “Ele também acaba fazendo o mesmo que os traficantes: extorquindo os comerciantes. Segurança pública é um direito de todos”, concluiu. (AF)
1 - Serviço proibido
A lei nº 7.102, de 1983, que dispõe sobre a segurança em comércio, estabelece que o serviço de segurança particular deve ser executado exclusivamente por empresas especializadas. Elas devem ser cadastradas pela Polícia Federal. Se o vigilante em atividade ilegal reincidir, responde por crime de desobediência (artigo 312 do Código Penal). A pena pode chegar a dois anos de prisão. A portaria da Polícia Militar, editada mês passado, proíbe “bicos” de profissionais da corporação como vigilantes.
Fonte: Correio Braziliense
A lei nº 7.102, de 1983, que dispõe sobre a segurança em comércio, estabelece que o serviço de segurança particular deve ser executado exclusivamente por empresas especializadas. Elas devem ser cadastradas pela Polícia Federal. Se o vigilante em atividade ilegal reincidir, responde por crime de desobediência (artigo 312 do Código Penal). A pena pode chegar a dois anos de prisão. A portaria da Polícia Militar, editada mês passado, proíbe “bicos” de profissionais da corporação como vigilantes.
Fonte: Correio Braziliense
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
ACIDENTE EM GOIÁS POLICIAIS A BORDO MORTOS
ACIDENTE EM GOIÁS POLICIAIS A BORDO MORTOS
Segundo informações repassadas pela Polícia Civil de Goiás, um helicóptero que participava da reconstituição da chacina em Doverlândia, Goiás, caiu na tarde desta terça-feira (8), enquanto voltava para a capital. O acidente aconteceu próximo a cidade de Piranhas.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, no momento da queda oito pessoas estavam na aeronave, entre elas quatro delegados e Aparecido de Souza Alves, principal suspeito de ter matado e degolado sete pessoas no mês passado.
Informações ainda não confirmadas dão conta de que os oitos ocupantes morreram e que o helicóptrro teria explodido após a queda. Porém, o Corpo de Bombeiros que está no local ainda não confirmou se há vítimas.
Helicóptero que fazia o transporte das vítimas e o suspeito Aparecido de Souza Alves (Foto: Reprodução)
Ainda de acordo com a Polícia Civil, no momento da queda oito pessoas estavam na aeronave, entre elas quatro delegados e Aparecido de Souza Alves, principal suspeito de ter matado e degolado sete pessoas no mês passado.
Informações ainda não confirmadas dão conta de que os oitos ocupantes morreram e que o helicóptrro teria explodido após a queda. Porém, o Corpo de Bombeiros que está no local ainda não confirmou se há vítimas.
tags: fotos do helicoptero queda goias,
helicoptero que caiu em piranhas goiás,
http://www.wtfnoticias.com.br/2012/05/caiu-queda-do-helicoptero-com-o.htmlocupantes,nomes,pegou fogo,ver vídeo.
POSSIVELMENTE ESTAVAM A BORDO DA AERONAVE OS SEGUINTES
O helicóptero da Polícia Civil que participava da reconstituição da chacina em Doverlândia, Goiás, caiu na tarde desta terça-feira (8), enquanto voltava para a capital. O acidente aconteceu próximo a Piranhas, na região de Doverlândia.
A confirmação foi dada pelo Corpo de Bombeiros, que enviou um helicóptero para atender a ocorrência. A Polícia Civil confirmou que oito pessoas estavam na aeronave, entre elas dois delegados e o principal suspeito.
A confirmação foi dada pelo Corpo de Bombeiros, que enviou um helicóptero para atender a ocorrência. A Polícia Civil confirmou que oito pessoas estavam na aeronave, entre elas dois delegados e o principal suspeito.
Dr Antonio Gonçalves
Delegado Drº Osvalmir Carrasco Melati Jr
Deleg. Drº Jorge Moreira da Silva
Bruno não sei se é delegado e nome completo
8 pessoas estão desaparecidas, entre elas os delegados Jorge Moreira, Antônio Gonçalves, Elvis Almir Carrasco, Vinícius Batista, Bruno Carneiro, um perito e o piloto da aeronave. Força aos Familiares
Cai helicóptero que participava de reconstituição de chacina em Goiás
CONFIRMAÇÃO FOI DADA PELO CORPO DE BOMBEIROS NA TARDE DESTA TERÇA-FEIRA (8).
SEGUNDO A CORPORAÇÃO, AINDA NÃO ESTÁ CONFIRMADO SE HÁ VÍTIMAS.
Humberta Carvalho
Do G1 GO
Foto do helicóptero na 1ª parte da reconstituição, nodia 3 de maio (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
O helicóptero da Polícia Civil que participava da reconstituição da chacina emDoverlândia, Goiás, caiu na tarde desta terça-feira (8), enquanto voltava para a capital. O acidente aconteceu próximo a Piranhas, na região de Doverlândia.
A confirmação foi dada pelo Corpo de Bombeiros, que enviou um helicóptero para atender a ocorrência. A Polícia Civil confirmou que oito pessoas estavam na aeronave, entre elas dois delegados e o principal suspeito.
A Polícia Civil de Goiás retomou, na manhã desta terça-feira, a reconstituição da chacina. O crime aconteceu no dia 28 de abril, em uma fazenda onde sete pessoas morreram degoladas.
O superintendente da Polícia Judiciária em Goiás, o delegado Antônio Gonçalves, e o delegado de Doverlândia, Vinícius da Silva, estavam responsáveis por conduzir o segundo dia dos trabalhos de reprodução simulada dos fatos. Na primeira parte da reconstituição, realizada na última quinta-feira (3) com a coordenação da delegada-geral de Polícia Civil, Adriana Accorsi, os investigadores teatralizaram, com ajuda de dublês, as duas primeiras mortes: do proprietário da fazenda e do filho dele, mortos dentro da casa.
Nesta terça, a polícia decidiu usar manequins para representar as cinco vítimas mortas na área externa da propriedade. Segundo Antônio Gonçalves, o mudança tem como objetivo facilitar os trabalhos. "Nestas cenas, os corpos serão arrastados no pasto. Com manequins fica mais fácil", explicou o delegado.Suspeito
Assim como no primeiro dia da reconstituição, o principal suspeito do crime, Aparecido Souza Alves, 22 anos, foi a Doverlândia acompanhar os trabalhos. "Ele vai falando o que aconteceu, enquanto os peritos vão encenando, filmando e fotografando", detalha Gonçalves. Segundo ele, como não há nenhuma testemunha visual dos fatos, essa é uma importante prova técnica para desvendar o caso.
Aparecido, que confessou ser o autor da chacina, chegou a dizer que matou as sete vítimas sozinho. Mas, durante o primeiro dia da reconstituição, disse ter tido ajuda no pai durantes as execuções. A hipótese, apesar de ainda estar sendo investigada, é considerada "difícil", pela polícia. "O pai dele alega que esteve em uma cooperativa até as 15h. Ele teria que ter andado 15 quilômetros a pé em menos de uma hora para estar na fazenda na hora em que o crime começou", diz o superintendente.
Nesta segunda-feira (7), Aparecido passou por novos exames psicólogos. O objetivo é traçar o perfil psicológico do suspeito, que já mudou a versão dos fatos por diversas vezes, tanto sobre a participação de pessoas quanto à motivação. Até agora, segundo o superintendente, a única certeza é que o jovem cometeu os crimes, pois com ele a polícia encontrou o celular de uma das vítimas, roupas sujas de terra e de sangue, além dele ter deixado na casa do pai duas armas, uma delas roubada na fazenda.
O superintendente classifica o caso como emblemático. "Não dá para confiar no que ele diz. Primeiro, disse que seria pago. Depois, que pegaria um dinheiro na casa. Incluiu o próprio pai. Ficou seis horas no local e não levou quase nada", pontua Gonçalves .
Vítimas
No último dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na zona rural de Doverlândia. Morreram o dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro. Além do principal suspeito, outras três pessoas estão presas. Segundo a polícia, eles foram ouvidos e negaram participação no crime
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O superintendente classifica o caso como emblemático. "Não dá para confiar no que ele diz. Primeiro, disse que seria pago. Depois, que pegaria um dinheiro na casa. Incluiu o próprio pai. Ficou seis horas no local e não levou quase nada", pontua Gonçalves .
Vítimas
No último dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na zona rural de Doverlândia. Morreram o dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro. Além do principal suspeito, outras três pessoas estão presas. Segundo a polícia, eles foram ouvidos e negaram participação no crime
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Corpo de ex-deputada chega à Assembleia para ser velado Acaba de chegar à Assembleia o corpo da ex-deputada Berenice Teixeira Artiaga, que faleceu na manhã desta terça-feira, 8, em decorrência de falência múltipla de órgãos.
CORPO DE EX-DEPUTADA CHEGA À ASSEMBLEIA PARA SER VELADO
Acaba de chegar à Assembleia o corpo da ex-deputada Berenice Teixeira Artiaga, que faleceu na manhã desta terça-feira, 8, em decorrência de falência múltipla de órgãos.
O corpo será velado no saguão interno da Assembleia Legislativa das 13 às 17 horas. O sepultamento acontece no final da tarde no Cemitério Santana.
Berenice foi a primeira mulher goiana a se eleger deputada estadual, em 1951, na segunda Legislatura da Assembleia goiana.
Por causa da tradição política que fez dela a primeira parlamentar estadual de Goiás, Berenice Artiaga é hoje nome de uma comenda concedida anualmente pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás às mulheres que se destacam no Estado.
Em 2008, com 92 anos, Berenice Artiaga concedeu entrevista à Agência Assembleia de Notícias, quando lembrou da época em que pertenceu ao Parlamento goiano. Frisou que sua passagem pela política foi esporádica, numa espécie de homenagem ao marido dela, ex-deputado Getulino Artiaga, que dá nome ao plenário do Parlamento goiano.
O mandato dela terminou em 1958, quando o Legislativo ainda funcionava em um prédio da Avenida Goiás. Somente em 1962 a Assembléia seria transferida para o atual prédio da Alameda dos Buritis. Berenice Artiaga manifestou seu contentamento em ser pioneira na política goiana, mesmo em uma situação que nunca desejaria - substituiu a candidatura de Getulino Artiaga, assassinado ao tentar separar uma briga em Nova Aurora, quando fazia campanha política dele e de Pedro Ludovico.
http://www.assembleia.go.gov.br/noticias/ver/id/109423/corpo+de+ex-deputada+chega+a+assembleia+para+ser+velado
http://www.assembleia.go.gov.br/noticias/ver/id/109423/corpo+de+ex-deputada+chega+a+assembleia+para+ser+velado
Assembleia suspende sessão ordinária para velar corpo de ex-deputada
ASSEMBLEIA SUSPENDE SESSÃO ORDINÁRIA PARA VELAR CORPO DE EX-DEPUTADA
Em virtude da morte da ex-deputada Berenice Teixeira Artiaga, foi suspensa a sessão ordinária desta terça-feira, 8. Com isso, fica adiada a realização da primeira reunião da CPI criada para investigar a possível ligação de políticos goianos com a contravenção, e ainda contratos firmados com a Delta e a Gerplan. O corpo de Berenice será velado no saguão da Assembleia, nesta tarde.
A primeira reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar a possível ligação de políticos goianos com a contravenção, além de contratos firmados com a construtora Delta e a Gerplan, entre 1995 e 2012, que estava marcada para esta terça-feira, 8, foi adiada em virtude da morte da ex-deputada Berenice Teixeira Artiaga. A reunião deve acontecer nesta quarta-feira, 9
O corpo de Berenice, que faleceu na manhã de hoje, por insuficiência múltipla de órgãos, será velado no saguão interno da Assembleia Legislativa das 13 às 17 horas. O sepultamento acontece no final da tarde no CemitérioSantana.http://www.assembleia.go.gov.br/noticias/ver/id/109424/assembleia+suspende+sessao+ordinaria+para+velar+corpo+de+ex-deputada
É com pesar que comunicamos o falecimento do 1º sargento RG 19508 Samuel Augusto Pimentel, ocorrido em acidente automobilístico na BR-153, próximo ao posto da Policia Rodoviária Federal, na noite desta terça-feira, por volta da 00h30. O velório e o sepultamento acontecerá em Itumbiara, à definir. Maiores informações pelo telefone 3431-5253.

É com pesar que
comunicamos o falecimento
do 1º sargento RG 19508
Samuel Augusto Pimentel,
ocorrido em acidente
automobilístico na BR-153,
próximo ao posto da Policia
Rodoviária Federal, na noite
desta terça-feira, por volta da
00h30.
O velório e o sepultamento
acontecerá em Itumbiara, à
definir.
Maiores informações pelo telefone 3431-5253.
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